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Valério Ferreira – Fotografia: Mais de 30 anos a “capturar” magia

A fotografia é a paixão de Valério Ferreira, um sonhador que prima pela excelência ligada ao mundo da captura de imagens que se tornam especiais e eternas. Durante três décadas de trabalho efetivo, Valério Ferreira possui um no estúdio na Lourinhã, onde faz “magia”. Para além de todo o equipamento de ponta que possui, Valério Ferreira faz fotografias especiais para a época natalícia, para além de todos os serviços prestados para casamentos, batizados, eventos, entre outros.

Dream News (DN) – Quem é o Valério Ferreira?

Valério Ferreira (VF) – Nasci a 3 de outubro de 1972. Cresci no meio rural do Bombarral, onde cedo descobri a minha paixão pela fotografia. Fiz vários cursos de revelação a preto e branco, mas foi na área da comunicação social que iniciei a minha vida profissional, acumulando experiência durante alguns anos. Casei-me e, em conjunto com a minha então esposa, fundei um estúdio fotográfico na Lourinhã, um projeto familiar que cresceu e se manteve ativo durante 23 anos. Foi nesse período que nasceram os meus maiores tesouros: os meus filhos Afonso (2002) e Francisca (2004). Hoje, tenho também a alegria de ser avô do Luca, que em junho deste ano completou quatro anos. Após uma experiência de 18 meses com loja em Torres Vedras, decidi regressar à Lourinhã, onde se encontram 95% dos meus clientes. O carinho, o afeto e a confiança que sempre recebi desta comunidade foram decisivos para este regresso às origens. A fotografia continua a ser não só a minha profissão, mas também a minha forma de expressão e ligação às pessoas.

DN – Qual é o balanço que faz dos seus 30 anos ligados à área da fotografia?

VF – O balanço destes 30 anos é muito positivo. A fotografia permitiu-me viver experiências únicas, conhecer pessoas extraordinárias e eternizar momentos que se tornam memórias para a vida. Passei por várias fases: desde a revelação em laboratório, ao trabalho na comunicação social, até à abertura do meu estúdio, que durante mais de duas décadas foi também um projeto familiar. Foi um percurso de muito trabalho, dedicação e aprendizagem, mas acima de tudo de paixão pelo que faço. O maior reconhecimento vem sempre da confiança dos clientes, muitos deles já de várias gerações da mesma família. É isso que me motiva a continuar: saber que faço parte da história de tantas pessoas através das minhas imagens. Por isso, olho para estes 30 anos com orgulho, gratidão e a certeza de que quero continuar a evoluir e a criar memórias para o futuro.

DN – Os seus retratos vão além da imagem. Sente que contam histórias?

VF – Sim, acredito que um retrato vai sempre além da imagem. Para mim, fotografar não é apenas registar rostos, mas captar emoções, gestos e expressões que revelam a essência de cada pessoa. Cada retrato é uma história congelada no tempo – seja a alegria de um sorriso, a cumplicidade de um olhar ou a serenidade de um momento íntimo. É isso que torna a fotografia tão especial: a capacidade de contar histórias sem palavras, através da luz e da sensibilidade do olhar.

DN – “Cada fotografia é uma janela para um momento único, uma emoção capturada que revela a essência verdadeira de cada pessoa.” Pode comentar?

VF – Concordo plenamente com essa visão. Cada fotografia é mais do que um registo técnico; é uma forma de eternizar algo que, de outra forma, se perderia no tempo. Quando digo que cada fotografia é uma ‘janela’, penso na capacidade que a imagem tem de nos transportar de volta a um instante preciso – a uma emoção, a um detalhe, a uma verda de íntima da pessoa fotografada. A essência não está apenas no que se vê, mas também no que se sente ao olhar. É isso que torna a fotografia tão poderosa: a capacidade de transformar um momento fugaz em memória duradoura.

DN – Que serviços são prestados pela Valério Ferreira – Fotografia?

VF – Na Valério Ferreira – Fotografia cada serviço é pensado para eternizar memórias e transmitir emoções. Realizo retratos em estúdio ou no exterior, sempre com foco em captar a essência de cada pessoa ou família. Acompanho os momentos mais importantes da vida, através da fotografia de eventos, como casamentos, batizados ou aniversários, registando instantes autênticos e irrepetíveis. Disponibilizo também fotografia empresarial, para dar força à comunicação de empresas e marcas, seja com retratos corporativos, imagens de produtos ou de espaços. As sessões infantis e escolares são uma forma de documentar etapas preciosas do crescimento, com naturalidade e emoção. Além disso, preservo histórias através do restauro e digitalização de fotografias antigas, e ofereço soluções personalizadas de impressão, álbuns, molduras e ampliações, para que cada memória possa ser vivida e partilhada por gerações.

DN – Realiza casamentos e batizados um pouco por todo o país ou prefere estar ligado a uma determinada zona?

VF – Ao longo destes anos, tenho acompanhado casamentos e batizados em diferentes pontos do país, apesar de já ter ido à Alemanha e à Suíça fotografar noivos onde residiam e tinham família, mas a minha base e o meu coração estão na região Oeste, em especial na Lourinhã e arredores. É aqui que construí a maior parte das minhas relações e onde conheço bem as pessoas e os espaços. Ainda assim, sempre que sou convidado, faço deslocações para outras zonas, porque acredito que cada celebração merece ser registada com o mesmo carinho e dedicação, independentemente do lugar.

DN – Para além dos casamentos e batizados, também tira inúmeras fotografias em estúdio. Para o Natal que se aproxima, que novidades vai ter à disposição dos clientes?

VF – O Natal é sempre uma época especial no estúdio, porque as famílias gostam de eternizar esta altura mágica em fotografia. Este ano vou ter novos cenários natalícios no estúdio, pensados para criar ambientes acolhedores e autênticos. Haverá também pacotes personalizados, que incluem não só as fotografias digitais, mas também opções em álbuns, molduras e postais de Natal para oferecer. A ideia é proporcionar aos clientes uma experiência única, que junta a fotografia à partilha de memórias em família.

DN – Depois de estar instalado num estúdio em Torres Vedras, recentemente mudou-se para a vila da Lourinhã. O que o motivou para efetuar esta mudança?

VF – A decisão de regressar à Lourinhã foi sobretudo motivada pelo coração. Embora tenha passado um período em Torres Vedras, percebi que a maior parte dos meus clientes – cerca de 95%- continua a ser da Lourinhã e arredores. Foi aqui que construí relações de confiança ao longo de muitos anos e onde sinto um verdadeiro carinho e reconhecimento por parte das pessoas. Voltar significou regressar às origens, estar mais próximo de quem me acompanha e valoriza o meu trabalho. Para mim, a fotografia é feita de pessoas e emoções, e nada faz mais sentido do que estar junto da comunidade que sempre me apoiou, sou o que considero ser um fotógrafo de bairro. Já estou a fazer as fotografias de quem em tempos fotografei no dia do batismo deles. É extraordinário este sentimento!

DN – Que cuidados tem quando é requisitado para um determinado evento?

VF – Cada evento é único e exige uma preparação cuidada. O primeiro passo é sempre ouvir os clientes, compreender as suas expectativas e perceber quais são os momentos mais importantes para eles. Depois, faço um planeamento detalhado: visito o local sempre que possível, estudo a luz e os melhores ângulos, e preparo o equipamento necessário para garantir que nada falha. No próprio dia, a minha preocupação é estar atento a cada detalhe, desde as grandes emoções até aos gestos mais discretos, porque muitas vezes são esses que contam a verdadeira história. Acima de tudo, tenho o cuidado de ser discreto e de me integrar no ambiente, para que os convidados se sintam à vontade e as fotografias transmitam naturalidade.

DN – Na área da fotografia, o que gostaria de fazer e que ainda não tenha realizado?

VF – Ao longo de 30 anos tive a sorte de realizar muitos projetos que me orgulham, mas na fotografia há sempre novos caminhos a explorar. Tal como o surfista diz, a melhor onda é sempre a próxima! Gostava de ter mais tempo para desenvolver trabalhos autorais e criativos, talvez uma exposição ou um livro fotográfico que reúna retratos e histórias de vida de pessoas da minha região. Seria uma forma de valorizar a identidade local e, ao mesmo tempo, deixar um registo artístico para o futuro. Acredito que a fotografia é inesgotável – todos os dias surgem oportunidades para aprender, experimentar e criar algo novo.

DN – O que representa para si ser fotógrafo? Admitiria ter outra profissão?

VF – Ser fotógrafo é muito mais do que uma profissão – é uma forma de olhar o mundo e de me relacionar com as pessoas. Representa a possibilidade de transformar momentos fugazes em memórias eternas e de criar uma ligação entre gerações através da imagem. A fotografia é parte de mim, do meu percurso e da minha identidade. Admitir outra profissão seria difícil, porque não me vejo a fazer algo tão ligado à emoção e à criatividade como a fotografia. Talvez, se não fosse fotógrafo, teria seguido uma área próxima da comunicação ou das artes visuais, porque sempre senti necessidade de contar histórias e de expressar sensibilidade. Mas, no fundo, acredito que ser fotógrafo foi e é o meu verdadeiro caminho.

DN – Quem quiser trabalhar com o Valério Ferreira – Fotografia, como deve agir?

VF – Trabalhar comigo é simples: basta entrar em contacto, seja através do telefone, e-mail ou redes sociais, e combinamos uma reunião ou conversa informal. Gosto sempre de ouvir primeiro as ideias e expectativas dos clientes, perceber o que procuram e partilhar sugestões. A partir daí, ajusto cada serviço à medida de cada pessoa, porque acredito que não há duas histórias iguais. O importante é criar uma relação de proximidade e confiança, para que no dia das fotografias tudo aconteça de forma natural e descontraída.

DN – O que ambiciona, em termos futuros, para a Valério Ferreira – Fotografia?

VF – O meu maior objetivo é continuar a crescer lado a lado com os meus clientes, mantendo sempre a proximidade e a qualidade que me distinguem. Quero que a Valério Ferreira – Fotografia seja cada vez mais um espaço de partilha de emoções e de criação de memórias duradouras. No futuro, ambiciono investir em novos cenários e equipamentos, explorar projetos autorais que valorizem a identidade da região e, quem sabe, realizar exposições ou publicações que contem histórias através da fotografia. Mas, acima de tudo, a minha ambição é simples: continuar a eternizar momentos únicos e a merecer a confiança de quem me procura.  

 

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